Em 9 edições do Governador Responde, mais de 90 questões foram respondidas em vídeo pelo governador e mais de 25 mil votos foram recebidos.

    Agora a ferramenta entra em uma nova fase, passará por uma reestruturação técnica e metodológica. Durante esse período, todas as respostas enviadas até o momento serão respondidas gradualmente em texto. O recebimento de perguntas será retomado em 2013.

    Você pode continuar participando através das demais ferramentas. Exerça sua cidadania. Dúvidas ou sugestões podem ser enviadas para gabinetedigital@sgg.rs.gov.br

    Agricultura

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      Revitalização da Pesquisa Agropecuária Estadual

      Governador, o Rio Grande do Sul já a alguns anos é destaque no setor agropecuário a nível nacional e internacional, entretanto vários fatores prejudicam a atividade no estado, sejam as condições climáticas desfavoráveis agravadas pela falta de estruturação no interior do estado, ou pela baixa disponibilidade de tecnologias disponíveis aos produtores rurais. Neste contexto, setores como a secretaria de agricultura e a Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária poderiam servir como forma de alavancar a atividade rural tão carente de apoio governamental, porém a situação da FEPAGRO é de abandono e de atraso científico na maioria das áreas. Qual a posição do governo estadual perante a FEPAGRO, e de que forma o estado pretende mudar esta situação?

      Pergunta enviada em 26/06/2011 |
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      Estiagem

      Gostaria de saber como o Governo do Estado pode atuar para evitar definitivamente com o problema da estiagem no RS.

      Pergunta enviada em 10/04/2012 |
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      Agricultura familiar Merenda Escolar Agroecologia

      Como o senhor vai fazer para garantir nas escolas estaduais o cumprimento da lei que define o mínimo de 30% dos alimentos da merenda escolar provenientes da agricultura familiar. Muitas escolas não tem sequer o hábito de comprar esses produtos diretos do agricultor e a lei exige uma série de normas técnicas e fiscais para efetivar as licitações que os próprios produtores não estão organizados o suficiente para efetivar a venda ao Estado. Essa reserva de mercado pode garantir a permanência de milhares de jovens no campo, com incentivo à agroecologia, já que os produtos orgânicos são valorizados pela possibilidade de se cobrar um valor 30% maior do que os alimentos convencionais com uso de agrotóxicos. Há também a possibilidade de que se possa economizar gasto público, pois hoje são os atravessadores que dominam a oferta dos preços, ganhando em cima do agricultor. Os alunos da rede estadual agradecem, pois terão na mesa alimentos saudáveis, de origem e sabor local.

      Pergunta enviada em 24/05/2011 |
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      Interdição da CESA - Prejuízo aos produtores de arroz

      Pergunto em nome de parte dos produtores de arroz da região que vai de Viamão a Mostardas. Enviamos parte da nossa produção para uma unidade armazenadora credenciada da Conab, a Companhia Estadual de Silos e Armazéns-CESA, do município de Estrela, a fim vendermos nosso produto para o Governo Federal(AGF). Ocorre que durante a formalização do negócio, a Conab realizou uma vistoria no referido local e constatou que havia falta de produto anteriormente lá depositado(milho), o que ocasionou a interdição da CESA. Diante disso, ficamos impossibilitados de formalizarmos nossa venda, e assim recebermos o dinheiro correspondente. Segundo a Conab, enquanto a CESA não reembolsar o valor dos produtos faltantes em seu armazém, permanecerá interditada, e nós, por conseguinte, continuaremos sendo prejudicados. Em se tratando a CESA de unidade armazenadora do Governo Estadual, o que o Senhor poderá fazer para defender os interesses dos produtores q efetivamente necessitam receber por seus produtos?

      Pergunta enviada em 25/05/2011 |
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      Demais perguntas incluídas
      • Alternativa para o mercado de arroz

        Excelente iniciativa de aproximar o povo do governador. Sou engenheiro agrônomo e por conhecer de perto as dificuldades que os produtores de arroz têm enfrentado nos últimos anos venho requerer a possibilidade de lhe enviar um projeto desenvolvido por mim e um economista amigo meu com uma alternativa para o mercado orizícola brasileiro através da proteção de preços utilizando a ferramenta Hedge para limitar a queda nos preços do cereal, da mesma forma como já é feita na BM&F com soja, milho e boi gordo. Os bancos liberam com maior facilidade os financiamentos para os produtores que utilizam essa ferramenta. Para o governo do estado, seria muito mais interessante financiar parte do custo que o produtor terá utilizando essa ferramenta do que ter um produtor endividado, rolando suas dívidas ano a ano. Mas para que isso possa ser feito, é preciso que o governo apoie esse projeto junto a Bolsa de Valores para poder oferecer esse produto a cadeia produtiva do arroz.

      • Alternativa para o mercado de arroz.

        Convivo diariamente com produtores de arroz e vejo o estado calamitoso que está passando ha muito tempo o setor orizícola no Brasil, principalmente no RS. Devemos urgentemente tomar uma medida drástica para resolver ou pelo menos amenizar este quadro que parece não ter fim. Sendo assim voto para que seja criado um mecanismo de proteção de preço, mais conhecido como Hedge, tão utilizado na bolsa de mercadorias e futuros e também nos Estados Unidos e Europa. E agora governador? Vamos agir ou mais uma vez ficar reclamando?

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      Estiagem

      Prezado companheiro Tarso Genro, estamos em situação de emergência, gostaria que o Estado nos envia-se recursos mais aplicados a nossa realidade do município de São João do Polesine, como contrução de micro açudes a fundo perdido, pois vejo a solução da nossa agricultura passar por esse processo. Um forte abraço.

      Pergunta enviada em 03/02/2012 |
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