O Mundo está diante de duas das maiores ameaças socioambientais: a questão das mudanças climáticas - resultante dos gases de estufa estufa (GEE)- e a perda exponencial de biodiversidade, com reflexos perversos à vida como um todo. Perguntamos, então, como o Estado do RS pode continuar a investir no uso do carvão mineral para a produção energética, comprovadamente responsável pela: degradação da paisagem, solo e biodiversidade (mineração); poluição do ar com gases como SO2, NOx, particulados, metais pesados, e mais GEE na atmosfera, além de ter que dar um destino às cinzas e rejeitos de pirita, que representam mais de 50% do carvão queimado? Nos EUA, em 2004, a poluição do carvão causou 25.100 mortes, 554.000 ataques asmáticos, 38.000 enfartes não fatais e uma despesa, anual, na Saúde de 160 bilhões de dólares. O RS deveria rever sua matriz energética, investindo em energias descentralizadas, renováveis, discutindo isso com a população. O Governo do RS vai promover este debate quando?